Banca de DEFESA: CRISTIANO ARAUJO MEIRA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : CRISTIANO ARAUJO MEIRA
DATA : 29/06/2026
HORA: 09:00
LOCAL: Ufsj
TÍTULO:

Disponibilidade de Micronutrientes em Função de Níveis de Calagem na Soja


PALAVRAS-CHAVES:

Calagem. Eficiência agronômica. Nutrição mineral. Matrizes fertilizantes. Manejo do solo.


PÁGINAS: 55
RESUMO:

Este estudo avaliou os efeitos de doses crescentes de calcário associadas a diferentes fontes de micronutrientes sobre o crescimento, o estado nutricional e a produtividade da soja (Glycine max L.). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento em blocos casualizados, em esquema fatorial (3 × 5) + 1, composto por três fontes de micronutrientes (óxido, óxido-sulfato e sais) e cinco doses equivalentes de calcário (0; 2,5; 5; 10 e 20 t ha⁻¹), além de um tratamento controle sem aplicação de calcário e micronutrientes, com quatro blocos. A calagem promoveu aumento do pH do solo, da saturação por bases e dos teores de Ca e Mg, favorecendo o crescimento das plantas e refletindo em maior altura, diâmetro do caule, número de nós e formação de vagens. Em contrapartida, as maiores doses de calcário reduziram a disponibilidade e o acúmulo de alguns micronutrientes, especialmente Fe e Mn. Houve interação significativa entre as doses de calcário e as fontes de micronutrientes para produtividade e massa de grãos. As fontes óxido e óxido-sulfato apresentaram resposta quadrática, com produtividades máximas estimadas de 29,57 e 37,11 g planta⁻¹, obtidas nas doses de 11,46 e 11,66 t ha⁻¹ de calcário, respectivamente. Em contraste, a fonte sais apresentou incremento linear da produtividade, alcançando 37,75 g planta⁻¹ na dose de 20 t ha⁻¹ de calcário, o maior rendimento observado no experimento. Conclui-se que a resposta da soja à calagem depende da fonte de micronutrientes utilizada. As fontes óxido e óxido-sulfato apresentaram melhor desempenho produtivo em doses intermediárias de calcário, enquanto a fonte sais manteve incrementos contínuos de produtividade até a maior dose avaliada. Doses elevadas de corretivo podem reduzir a disponibilidade de micronutrientes, influenciando de forma distinta o desempenho agronômico das diferentes matrizes fertilizantes.


MEMBROS DA BANCA:
Presidente - 1562875 - LUIZ FERNANDO GANASSALI DE OLIVEIRA JUNIOR
Externo à Instituição - WELTON PEREIRA DA ROCHA JUNIOR - UFSJ
Externa à Instituição - ALINE DE ALMEIDA VASCONCELOS - UFS
Notícia cadastrada em: 13/07/2026 11:01
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