Banca de DEFESA: GISA FERNANDA SIEGA ROCHA

Uma banca de DEFESA de MESTRADO foi cadastrada pelo programa.
DISCENTE : GISA FERNANDA SIEGA ROCHA
DATA : 25/05/2020
HORA: 14:30
LOCAL: via google meet
TÍTULO:

O ENSINO E A APRENDIZAGEM DE CONCEITOS GEOGRÁFICOS E CARTOGRÁFICOS A PARTIR DE PROCEDIMENTOS INTERGERACIONAIS


PALAVRAS-CHAVES:

Relações sociais, Representações gráficas, Idosos, Alunos


PÁGINAS: 1
RESUMO:

Esta dissertação teve como objetivo investigar como a Cartografia pode ser abordada em sala de aula, por meio de uma sequência didática, partindo do lugar de vivência dos alunos. Este esteve integrado à cidadania, ao envelhecimento e seus desdobramentos. A pesquisa foi desenvolvida com 25 alunos do 6º ano do Ensino Fundamental de uma escola estadual localizada no município de São João del-Rei - Minas Gerais. O objetivo foi guiado pelas seguintes questões:É possível utilizar os saberes dos idosos para abordar conceitos cartográficos e geográficos no Ensino Fundamental? Aproximar duas gerações pode (re) significar o lugar de vivência e contribuir na formação de um indivíduo cidadão crítico e empático? Com base em tais questionamentos, partiu-se da hipótese de que unir os saberes de duas gerações sobre o seu local de vivência permite desenvolver uma sequência didática para mediar conceitos cartográficos, geográficos e de cidadania.Para validarmos nossa hipótese, discorremos teoricamente sobre o envelhecimento e aintergeracionalidade, apresentamos as categorias geográficas de lugar e paisagem, dissertamos sobre Linguagem Cartográfica e representação. Os procedimentos metodológicos consistiram em: acompanhamento de aulas; desenhos elaborados pelos alunos; desenhos elaborados pelos idosos; os alunos entrevistaram os idosos; práticas com imagens de satélite; espacialização de dados atuais e antigos em mapas pelos alunos, discussão sobre cidadania e direitos dos idosos em sala de aula. Os resultados revelam que atividades interdisciplinares que incluam aspectos da vida social dos alunossão eficazes para a construção de relações interpessoais empáticas, possibilitam o diálogo intergeracional e promovem à cidadania. Os alunos avaliaram a sequência didática positivamente, participaram ativamente e se envolveramenquanto agentes investigativos. As análises apontam que a sequência didática possibilitou a compreensão do processo de mapeamento e demonstram que os alunos aprenderam de maneiras distintas, em ritmos diferentes. Concluímos que, unir os saberes de duas gerações, tendo o lugar de vivência como mediador de conceitos cartográficos, geográficos e de cidadania, possibilitou desenvolver uma sequência didática que resultou em aprendizado significativo para os educandos.


MEMBROS DA BANCA:
Externo ao Programa - 1999919 - GIOVANA SCARELI
Externo à Instituição - PAULA CRISTIANE STRINA JULIASZ - UFF
Presidente - 1743531 - SILVIA ELENA VENTORINI
Notícia cadastrada em: 13/05/2020 21:11
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